1794 - Pharmacopeia Geral para o Reino e Dominios de Portugal 1st Portuguese pharmacopoeia very raro

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A “Pharmacopeia Geral para o Reino e Domínios de Portugal” é a primeira farmacopeia oficial portuguesa. Foi publicada em 1794 e estabeleceu normas para a produção, identificação e preparação de substâncias medicinais. A obra foi escrita por Francisco Tavares, professor português de matéria médica e farmácia, nascido em 1750 e falecido em 1812.

Para além de definir padrões para o fabrico e a preparação de medicamentos, a farmacopeia de Tavares foi adotada como referência oficial para a produção e venda de fármacos em Portugal e nas colónias. Um alvará da Rainha D. Maria I tornou obrigatória a existência de, pelo menos, um exemplar da obra em todas as boticas e drogarias, incluindo nas colónias.

A “Pharmacopeia Geral para o Reino e Domínios de Portugal” representa um marco importante na história da farmácia em Portugal. Para além do seu valor científico, destaca-se por ter sido escrita em português — e não em latim, como era comum na época — permitindo uma maior difusão e aplicação prática dos conhecimentos nela contidos.

A obra é hoje considerada rara e valiosa, sendo uma peça fundamental da história farmacêutica portuguesa e muito procurada por colecionadores e estudiosos da farmácia e da medicina.

Sobre o autor

Francisco Tavares (1750–1812) foi professor de matéria médica e farmácia na Universidade de Coimbra e tornou-se conhecido sobretudo por ser o autor da primeira farmacopeia oficial portuguesa, a “Pharmacopeia Geral para o Reino e Domínios de Portugal”.

Para além desta obra, foi autor de vários livros sobre temas médicos e farmacêuticos, entre os quais se destacam “Instituições de Farmácia Teórica e Prática” e “Nova Teoria de Farmácia”.

Foi uma figura central no desenvolvimento da farmácia em Portugal, tendo contribuído de forma decisiva para a padronização dos medicamentos no reino e nas colónias. Em reconhecimento pelo seu trabalho, foi nomeado Cavaleiro da Ordem de Cristo pela Coroa Portuguesa.

Faleceu em Lisboa em 1812, deixando um legado fundamental na história da farmácia e da matéria médica em Portugal.

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Título1794 - Pharmacopeia Geral para o Reino e Dominios de Portugal 1st Portuguese pharmacopoeia very raro
EstadoAntigo
Política de envio Preço20,00 €
Preco475,00 €
Ano1794
Política de envioEnvio por transportadora
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A “Pharmacopeia Geral para o Reino e Domínios de Portugal” é a primeira farmacopeia oficial portuguesa. Foi publicada em 1794 e estabeleceu normas para a produção, identificação e preparação de substâncias medicinais. A obra foi escrita por Francisco Tavares, professor português de matéria médica e farmácia, nascido em 1750 e falecido em 1812.

Para além de definir padrões para o fabrico e a preparação de medicamentos, a farmacopeia de Tavares foi adotada como referência oficial para a produção e venda de fármacos em Portugal e nas colónias. Um alvará da Rainha D. Maria I tornou obrigatória a existência de, pelo menos, um exemplar da obra em todas as boticas e drogarias, incluindo nas colónias.

A “Pharmacopeia Geral para o Reino e Domínios de Portugal” representa um marco importante na história da farmácia em Portugal. Para além do seu valor científico, destaca-se por ter sido escrita em português — e não em latim, como era comum na época — permitindo uma maior difusão e aplicação prática dos conhecimentos nela contidos.

A obra é hoje considerada rara e valiosa, sendo uma peça fundamental da história farmacêutica portuguesa e muito procurada por colecionadores e estudiosos da farmácia e da medicina.

Sobre o autor

Francisco Tavares (1750–1812) foi professor de matéria médica e farmácia na Universidade de Coimbra e tornou-se conhecido sobretudo por ser o autor da primeira farmacopeia oficial portuguesa, a “Pharmacopeia Geral para o Reino e Domínios de Portugal”.

Para além desta obra, foi autor de vários livros sobre temas médicos e farmacêuticos, entre os quais se destacam “Instituições de Farmácia Teórica e Prática” e “Nova Teoria de Farmácia”.

Foi uma figura central no desenvolvimento da farmácia em Portugal, tendo contribuído de forma decisiva para a padronização dos medicamentos no reino e nas colónias. Em reconhecimento pelo seu trabalho, foi nomeado Cavaleiro da Ordem de Cristo pela Coroa Portuguesa.

Faleceu em Lisboa em 1812, deixando um legado fundamental na história da farmácia e da matéria médica em Portugal.