1835 Código Pharmaceutico Lusitano ou Tratado de Pharmaconomia, pharma raro Pharmacopoeia

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Primeira edição

raro

Agostinho Albano da Silveira Pinto

Coimbra

Na Imprensa da Universidade

 

O Código Farmacêutico Lusitano foi escrito por Agostinho Albano da Silveira Pinto (1785–1852), médico formado em Filosofia e Medicina pela Universidade de Coimbra. Uma das principais razões que motivaram a elaboração desta obra foi a desatualização da Farmacopeia Geral. De facto, o autor preparou a obra e submeteu-a à Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, solicitando que a Faculdade se pronunciasse sobre a sua aceitação como farmacopeia oficial. A Faculdade de Medicina sugeriu alguns ajustes, que foram aceites pelo autor.

O Código Farmacêutico Lusitano, nome pelo qual a farmacopeia de 1835 era geralmente conhecida, compreendia duas partes: a primeira, subtitulada Tratado de Farmaconomia, e a segunda, conhecida como Farmacopeia. Esta nova farmacopeia já incluía várias substâncias ativas extraídas de plantas, como a morfina, a narcotina e a quinina, entre outras. Isto demonstra uma atualização científica significativa da obra, recorrendo a autores importantes da época, como Chevreul, Virey, Chevalier, Souberain, entre outros.

O Código Farmacêutico Lusitano teve várias edições posteriores à de 1835: 1836, 1841, 1846, 1858 e 1876.

 

 

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Título1835 Código Pharmaceutico Lusitano ou Tratado de Pharmaconomia, pharma raro Pharmacopoeia
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Agostinho Albano da Silveira Pinto

Coimbra

Na Imprensa da Universidade

 

O Código Farmacêutico Lusitano foi escrito por Agostinho Albano da Silveira Pinto (1785–1852), médico formado em Filosofia e Medicina pela Universidade de Coimbra. Uma das principais razões que motivaram a elaboração desta obra foi a desatualização da Farmacopeia Geral. De facto, o autor preparou a obra e submeteu-a à Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, solicitando que a Faculdade se pronunciasse sobre a sua aceitação como farmacopeia oficial. A Faculdade de Medicina sugeriu alguns ajustes, que foram aceites pelo autor.

O Código Farmacêutico Lusitano, nome pelo qual a farmacopeia de 1835 era geralmente conhecida, compreendia duas partes: a primeira, subtitulada Tratado de Farmaconomia, e a segunda, conhecida como Farmacopeia. Esta nova farmacopeia já incluía várias substâncias ativas extraídas de plantas, como a morfina, a narcotina e a quinina, entre outras. Isto demonstra uma atualização científica significativa da obra, recorrendo a autores importantes da época, como Chevreul, Virey, Chevalier, Souberain, entre outros.

O Código Farmacêutico Lusitano teve várias edições posteriores à de 1835: 1836, 1841, 1846, 1858 e 1876.